à amargura
Arranca metade do meu corpo, do meu coração, dos meus sonhos. Tira um pedaço de mim, qualquer coisa que me desfaça. Me recria, porque eu não suporto mais pertencer a tudo, mas não caber em lugar algum.
Eu tô sempre esperançosa que melhore, que flua, que aconteça. Mas uma hora a gente duvida da fé. Uma hora a gente cansa.
Eu não sou difícil de entender. A verdade é que eu sou bem fácil de lidar. A verdade é que se eu gosto, eu gosto mesmo. E corro atrás, e me desculpo, e piso em cima do meu orgulho e às vezes até de mim. A verdade é que quando eu amo, eu não sei mentir. E me entrego mesmo, e me coloco num cantinho qualquer, não olho para os lados, e sem perceber já vou, já fui, já nem tô mais, nem nunca estive.
Pode ir, juro. Se isso te fizer bem, se acha que é a coisa certa a se fazer, sei lá, pode ir. Bate a porta, o telefone e o orgulho na minha cara. Tanto faz. Vai e leva esse fardo que é te amar demais.
E quer saber? Hoje eu chorei sim, então se quiser me chame de fraco, não vou me importar. Chorei porque para ser feliz também é preciso conhecer os pontos baixos e tristes da vida.
A grande maioria desiste. Eu, só estou abrindo mão.
Não importa o quanto algo nos machuca, às vezes se livrar dele dói ainda mais.
O mundo quebrará seu coração de dez maneiras diferentes, isso é uma certeza.
Uma pergunta não respondida responde até as perguntas que nunca foram feitas.
In time, the hurt began to fade and it was easier to just let it go. At least I thought it was. But in every boy I met in the next few years, I found myself looking for you, and when the feelings got too strong, I’d write you another letter. But I never sent them for fear of what I might find. By then, you’d gone on with your life and I didn’t want to think about you loving someone else. I wanted to remember us like we were that summer. I didn’t ever want to lose that.
Mas eu amo você. Só queria terminar dizendo isso. Eu amo você. De verdade.