à amargura
Arranca metade do meu corpo, do meu coração, dos meus sonhos. Tira um pedaço de mim, qualquer coisa que me desfaça. Me recria, porque eu não suporto mais pertencer a tudo, mas não caber em lugar algum.
Não existe falta de tempo, existe falta de interesse. Porque quando a gente quer mesmo, a madrugada vira dia. Quarta-feira vira sábado e um momento vira oportunidade.
Eu tenho milhares de erros. Mas quer saber? Um (uns?) dos meus melhores acertos foi sempre acreditar. Sim, acreditar. Na vida, nos meus sonhos, em mim, em dias bonitos, em finais felizes, em anjos, em tudo que faz o meu coração acalmar. Quem diz que tudo que eu acredito não existe, pra mim é burro. Um completo burro, ignorante e que não sabe nada da vida.
A parte mais difícil do final é recomeçar.
Encontrava companhia num copo de bebida, um cigarro ou outra droga qualquer, já que eu não tinha mais você.
Deus me dê forças e fé, muita fé para continuar.
Caio Fernando Abreu.
Tem dia que põe virgula, tem dia que põe reticências, tem dia que põe ponto final e tem dia que tem a necessidade de virar a página.
Mas e se um dia o amor acabar? Pensei nisso. E se um dia ele acabar? E se não for nada daquilo que estava escrito nos livros e que tanto vi nos filmes? E se? Ah, ele é. Ele é, sim. E eu tenho certeza disso a cada vez que acordo e penso é-exatamente-aqui-que-eu-queria-estar-agora. Defino: o amor só acaba quando um dos dois não tem mais força para pegar o coração do outro no colo. Com direito a musiquinha de ninar e tudo mais.
A sua dor é a minha dor, no momento em que eu te vi chorar meu mundo desabou. Só quero que através destas palavras você saiba que eu amo você e que eu sempre estarei ao seu lado.