à amargura
Arranca metade do meu corpo, do meu coração, dos meus sonhos. Tira um pedaço de mim, qualquer coisa que me desfaça. Me recria, porque eu não suporto mais pertencer a tudo, mas não caber em lugar algum.
Eu perdi duas semanas da minha vida pensando em um fato que aconteceu por apenas dois minutos, mas eu achei que tivesse tido tanta importância pra você quanto pra mim, e você quer que eu te escute? Pois me escute você. Da próxima vez que for destruir o coração de alguém, pense duas vezes. Você pode estar lá dentro.
Ninguém é tão inocente quanto se auto proclama, nem tão vilão quanto a pessoa que foi magoada diz.
Não existe falta de tempo, existe falta de interesse. Porque quando a gente quer mesmo, a madrugada vira dia. Quarta-feira vira sábado e um momento vira oportunidade.
Eu tenho milhares de erros. Mas quer saber? Um (uns?) dos meus melhores acertos foi sempre acreditar. Sim, acreditar. Na vida, nos meus sonhos, em mim, em dias bonitos, em finais felizes, em anjos, em tudo que faz o meu coração acalmar. Quem diz que tudo que eu acredito não existe, pra mim é burro. Um completo burro, ignorante e que não sabe nada da vida.
A parte mais difícil do final é recomeçar.
Encontrava companhia num copo de bebida, um cigarro ou outra droga qualquer, já que eu não tinha mais você.
Deus me dê forças e fé, muita fé para continuar.
Caio Fernando Abreu.
Tem dia que põe virgula, tem dia que põe reticências, tem dia que põe ponto final e tem dia que tem a necessidade de virar a página.
Mas e se um dia o amor acabar? Pensei nisso. E se um dia ele acabar? E se não for nada daquilo que estava escrito nos livros e que tanto vi nos filmes? E se? Ah, ele é. Ele é, sim. E eu tenho certeza disso a cada vez que acordo e penso é-exatamente-aqui-que-eu-queria-estar-agora. Defino: o amor só acaba quando um dos dois não tem mais força para pegar o coração do outro no colo. Com direito a musiquinha de ninar e tudo mais.